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| (Foto: Reprodução das redes sociais) |
A sessão plenária na Câmara Municipal de Rodolfo Fernandes, no interior do Rio Grande do Norte, terminou em tumulto, agressões e caso de polícia no final da manhã desta sexta-feira (12).
A confusão envolveu a servidora pública municipal Raiany Gomes e a vereadora de oposição Patrícia Gurgel, motivada pela recente reprovação de um projeto de remanejamento de verbas do Poder Executivo.
De acordo com informações colhidas pelo blog Apodi 360 junto a testemunhas, a discussão começou quando a servidora, que faz parte do grupo de funcionários com vencimentos atrasados, cobrou posicionamento da parlamentar.
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| (Foto: Reprodução das redes sociais) |
A bancada oposicionista, que detém a maioria na Casa, rejeitou o projeto que garantiria o crédito orçamentário para o pagamento dos salários.
“Essa mulher que foi agredida é uma das mães que estão sem receber. Ela questionou a vereadora Patrícia Gurgel como era que ela se sentiria se, como mãe, abrisse a geladeira e não tivesse nada para dar aos filhos”, relatou uma testemunha que presenciou o início do tumulto na recepção da Câmara.
Logo após o questionamento, uma confusão generalizada se instalou no local. Segundo relatos de presentes, o pai da vereadora Patrícia Gurgel também se envolveu na briga.
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| (Foto: Reprodução das redes sociais) |
Há acusações de que ele teria chegado a apertar o pescoço da servidora, que ficou com marcas visíveis de ferimentos pelo corpo enquanto outras pessoas tentavam apartar os envolvidos.
Procurada pela reportagem do Apodi 360, a vereadora Patrícia Gurgel apresentou uma versão diferente sobre a cronologia dos fatos, afirmando ter agido em legítima defesa após ser atacada pela funcionária pública.
“Comecei sendo agredida verbalmente ainda na sessão e, após o encerramento, fui agredida fisicamente na recepção da Câmara Municipal por uma funcionária da gestão atual”, declarou a parlamentar, alegando que o tumulto foi desencadeado pela conduta da servidora.
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| (Foto: Reprodução das redes sociais) |
Questionada sobre a participação de seu pai no episódio, a vereadora negou veementemente qualquer ato violento por parte dele.
“Como todos puderam ver, tinha muita gente na hora tentando acabar com a briga. O posicionamento dele foi apenas separar eu e ela. Não houve agressão da parte dele com ela”, concluiu Patrícia.
Diante da gravidade da situação, a ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Apodi.
O delegado Albertino Leão ouviu as partes envolvidas, instaurou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e encaminhou o processo à Justiça.



