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| (Foto: Josemário Alves - Apodi 360) |
A Polícia Civil de Apodi instaurou inquérito e já está nas ruas para esclarecer a morte brutal da cadela comunitária Meirinha, após ser vítima de violência sexual e maus-tratos na cidade. O caso repercutiu em todo o estado e causou grande comoção.
De acordo com os agentes, o boletim de ocorrência foi registrado na manhã de segunda-feira (21) e as diligências investigativas foram iniciadas no próprio dia.
Apurações e denúncias encaminhadas às autoridades, apontam que o animal, que era cuidado e alimentado por moradores da Rua Asa Branca, no bairro Bacurau I, sofreu severas lesões na região genital e no trato digestivo.
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| (Foto: Reprodução das Redes Sociais) |
A suspeita é de que o agressor tenha abusado da cadelinha e introduzido um objeto, possivelmente um cabo de vassoura, causando perfurações graves no intestino do animal, que não resistiu e morreu mesmo após receber socorro veterinário.
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À frente das investigações, o delegado Albertino Arêa Leão confirmou ao blog Apodi 360 que as equipes policiais já estão em campo para reunir provas documentais e testemunhais que levem ao indiciamento do responsável pelo crime.
Diante do clima de revolta e da forte comoção social que tomou conta da cidade, o delegado fez um apelo direto aos moradores do bairro e aos protetores de animais para evitar qualquer tentativa de violência paralela contra o suspeito.
“Não precisa fazer justiça com as próprias mãos, porque a polícia já está atuando firme na causa”, pontuou a autoridade policial, ressaltando o compromisso de dar uma resposta célere e legal ao caso.
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| (Foto: Reprodução das Redes Sociais) |
“Vamos ter uma solução para esse caso”, garantiu o delegado à reportagem.
A Polícia Civil busca agora consolidar os elementos probatórios, incluindo imagens de câmeras de segurança do bairro e laudos técnicos, para responsabilizar o autor na forma da lei.
O crime de maus-tratos a cães e gatos, quando resulta em morte ou envolve abusos severos, é enquadrado na Lei Sansão (Lei nº 14.064/2020), cuja pena pode ultrapassar cinco anos de reclusão, além de multa.
Informações que ajudem no trabalho da polícia podem ser repassadas de forma anônima às autoridades locais.


