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| (Foto: Reprodução das Redes Sociais) |
Um ato de extrema crueldade chocou os moradores do município de Apodi, na região Oeste do Rio Grande do Norte, nesta segunda-feira (21). Uma cadela comunitária foi violentada sexualmente e acabou não resistindo aos ferimentos. O caso aconteceu no bairro Bacurau I.
Segundo as denúncias, a cadelinha, que era conhecida como Meirinha, teria sido estuprada por um morador local durante a madrugada.
Vídeos, que já estão nas mãos da polícia, mostram o suspeito circulando pela região, onde o animal foi encontrado bastante debilitado momentos depois.
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| (Foto: Reprodução das Redes Sociais) |
A cadelinha chegou a ser socorrida e levada às pressas para atendimento veterinário. No entanto, devido à gravidade das lesões, o animal não resistiu e veio a óbito.
De acordo com denúncias registradas por protetores e veiculadas pela Ong Patinhas Unidas de Apodi, há suspeitas de que a agressão brutal tenha envolvido a introdução de um objeto, possivelmente um cabo de vassoura, provocando ferimentos severos no animal.
O caso foi formalmente registrado por meio de boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia Civil de Apodi.
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| (Foto: Reprodução das Redes Sociais) |
O homem apontado como o principal suspeito foi ouvido pela polícia, mas negou qualquer envolvimento no crime. A identificação dele não foi divulgada.
O crime causou comoção e revolta entre protetores da causa animal e a população de Apodi.
A organização voluntária que acompanha o caso fez um apelo especial aos residentes da Rua Asa Branca, no bairro Bacurau I, pedindo que qualquer pessoa que tenha testemunhado ou ouvido algo perca o medo e preste depoimento às autoridades.
“Estamos falando de um crime. O silêncio de quem possui informações pode dificultar a investigação e impedir que a verdade venha à tona. Meirinha não tinha voz. Nós precisamos ser a voz dela”, destacou a Ong Patinhas Unidas de Apodi nas redes sociais.
Maus-tratos aos animais é crime previsto pela Lei nº 14.064/2020 (Lei Sansão), com pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição da guarda, podendo a pena ser aumentada em razão da morte do animal.
As investigações prosseguem para apurar as responsabilidades e punir os autores do ato.
Esse é o segundo caso de maus-tratos com morte do animal que foi registrado no bairro Bacurau I, somente neste ano.
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| (Foto: Reprodução) |
Em junho, um cachorro da raça Husky Siberiano foi encontrado morto dentro de uma residência. A principal suspeita era de que o animal morreu de fome e sede, após ser deixado sozinho e acorrentado dentro de casa.
O caso virou inquérito policial e já foi enviado ao Ministério Público.




