Os professores da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) decidem nesta terça (04) se continuam ou não em greve. A expectativa é de que a categoria encerre a paralisação que completa hoje 112 dias.
Um novo calendário acadêmico será definido em uma reunião do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) que será convocado, imediatamente, após o fim da greve.
O professor e integrante do comando de greve da Associação dos Docentes da Ufersa (ADUFERSA), José Domingues Fontineli, acredita que os docentes vão optar pela volta às atividades. "Chegamos em um ponto difícil de avançar e que não há perspectiva alguma de que as negociações sejam retomadas. Acredito que a greve vai ser encerrada", analisa.
Independente da escolha de hoje, os professores não vão desistir de ter as reivindicações
atendidas. "Estamos procurando deputados federais e senadores e pressionando, de uma
forma geral, o Congresso Nacional para tentar mudar o projeto de lei que reestrutura a carreira docente que foi enviado pelo governo. Essas mudanças podem ocorrer sem interferir na greve e também não tem uma data-limite. Então, a meu ver, não tem sentido a gente continuar em greve só por estar em greve e ficar sem ter o que fazer", destaca Domingues.
A assinatura de acordo que o Governo Federal fez no início de agosto com a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (PROIFES) não agradou aos outros sindicatos que decidiram continuar em greve.
Os outros três sindicatos que representam os professores de ensino superior, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN), o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (CONDSEF) recusaram as propostas.
Informações: Gazeta do Oeste
Um novo calendário acadêmico será definido em uma reunião do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) que será convocado, imediatamente, após o fim da greve.
O professor e integrante do comando de greve da Associação dos Docentes da Ufersa (ADUFERSA), José Domingues Fontineli, acredita que os docentes vão optar pela volta às atividades. "Chegamos em um ponto difícil de avançar e que não há perspectiva alguma de que as negociações sejam retomadas. Acredito que a greve vai ser encerrada", analisa.
Independente da escolha de hoje, os professores não vão desistir de ter as reivindicações
atendidas. "Estamos procurando deputados federais e senadores e pressionando, de uma
forma geral, o Congresso Nacional para tentar mudar o projeto de lei que reestrutura a carreira docente que foi enviado pelo governo. Essas mudanças podem ocorrer sem interferir na greve e também não tem uma data-limite. Então, a meu ver, não tem sentido a gente continuar em greve só por estar em greve e ficar sem ter o que fazer", destaca Domingues.
A assinatura de acordo que o Governo Federal fez no início de agosto com a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (PROIFES) não agradou aos outros sindicatos que decidiram continuar em greve.
Os outros três sindicatos que representam os professores de ensino superior, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES-SN), o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (SINASEFE) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (CONDSEF) recusaram as propostas.
