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| (Foto: Josemário Alves - Apodi 360) |
Cerca de 170 pais e professores se reuniram na manhã desta segunda-feira (02), na Escola Estadual Ferreira Pinto, em Apodi, para cobrar um posicionamento do Governo do Estado sobre a continuidade das obras de reforma e manutenção da unidade.
Os manifestantes denunciam a paralisação parcial das obras de reforma da escola, que se arrastam desde o ano passado.
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| (Foto: Josemário Alves - Apodi 360) |
A reforma e manutenção, orçada em mais de 1 milhão de reais, teve início no ano passado, com recursos garantidos. No entanto, segundo pais e professores, a liberação de parte dos recursos para materiais elétricos e forro permanece pendente.
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A falta de repasse de verbas para os fornecedores impede que a empresa responsável dê continuidade aos serviços.
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| (Foto: Josemário Alves - Apodi 360) |
“A gente pede a Governadoria que olhe para a Escola Ferreira Pinto, onde já tem o dinheiro em caixa e não tá sendo liberado para comprar os materiais. A obra está parada há um mês, praticamente, e a gente está tentando buscar essa solução. Sou mãe de uma aluna do 9º ano, e esse último ano é muito importante para ela”, relatou Ângela Carvalho, uma das mães que estavam protestando.
Atualmente, a escola possui 301 alunos estão devidamente matriculados.
Como solução provisória, os estudantes vão receber as aulas, a partir desta terça-feira (03) em formato híbrido, utilizando quatro locais diferentes: a Biblioteca Municipal, a Biblioteca do Sesi, uma sala cedida na Direc e o auditório do Sintrapma.
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| (Foto: Josemário Alves - Apodi 360) |
“Nós estamos aqui para cobrar do Governo do Estado que as obras do Ferreira Pinto sejam terminadas, pois a mais ou menos um mês a reforma está parada por que está faltando material para a elétrica e para o forro. E agora nossos filhos vão para espaços cedidos, que não são adequados para ter aulas, e ainda com horários reduzidos”, disse Kervellyn Oliveira, mãe de um estudante do 8º ano.
A diretora da escola, Keyla Simeia, explicou ao blog Apodi 360 que, apesar de não ser o ideal, a medida de iniciar as aulas em locais temporários é necessária para garantir o ano letivo.
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| (Foto: Josemário Alves - Apodi 360) |
A diretora esclareceu ainda que a reforma inclui também a pintura e o piso, mas que a prioridade é o forro e as novas instalações elétricas.
“Nós precisamos do material elétrico e do material do forro para que possamos iniciar as aulas. Nós aguardamos também a questão da pintura e do piso, mas o forro e a parte elétrica é essencial para que a gente comece as aulas. A nossa preocupação é com as aulas, nossa responsabilidade é iniciar a aulas”, destacou a diretora.
A reportagem do blog Apodi 360 foi até a sede da 13ª Direc para ouvir a diretora Luzia Pinto, mas fomos informados de que ela estava de atestado. Tentamos contato via telefone e WhatsApp, mas não tivemos retorno.




