| Reprodução - Campanha Eleitoral |
Nada muda em Mossoró. Pelo menos, não por enquanto. É assim que a defesa de Cláudia Regina, do DEM, avalia a decisão do juiz eleitoral Herval Sampaio, da 33ª zona eleitoral, que cassou o mandato da prefeita mossoroense e do vice dela, Wellington Filho, do PMDB, em decisão proferida na última sexta-feira – publicada oficialmente hoje. Isso porque a intenção dos advogados da dupla é entrar com um embargo, ainda nesta segunda-feira, suspendendo a decisão e fazendo o magistrado proferir uma nova sentença.
O motivo desse embargo são alguns pontos que teriam ficado, na visão da defesa, obscuros na sentença já proferida. “A questão do nexo causal entre os atos da governadora e as ações do Governo do Estado que resultaram em prejuízos à Cláudia Regina e à Wellington Filho. No próprio texto, o juiz não citou uma só atitude irregular da prefeita, então, não tinha porque ela ser punida por uma ação de outra pessoa”, avaliou o advogado Kennedy Diógenes, que defende Wellington Filho e está em contato direto com Emanoel Antas e Humberto Fernandes, advogados de Cláudia Regina, em Mossoró.
Dessa forma, com o embargo para pedir que o juiz esclareça o porquê de Cláudia Regina ter sido punida por uma ação do Governo do Estado, a defesa espera conseguir a suspensão da decisão. “Aguardaremos a nova decisão e nada vai mudar por enquanto. Cláudia Regina continua cumprindo sua agenda administrativa sem nenhum prejuízo. Na nova sentença, o juiz pode extinguir o processo ou reformar algumas avaliações. Se houver a manutenção da condenação, já temos a minuta de um recurso para dar entrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral, em Natal)”, explicou o advogado.
Vale lembrar que na decisão proferida pelo juiz eleitoral Herval Sampaio, a cassação de Cláudia Regina e Wellington Filho tinha efeito imediato e seria necessária a realização de uma nova eleição na cidade. Enquanto isso não ocorresse (a preparação para um novo pleito leva alguns meses), quem deveria gerir a cidade seria o presidente da Câmara Municipal da cidade, Francisco José Júnior, o “Silveirinha”.
Porém, a informação que chega ao Jornal de Hoje vinda de Mossoró é que a prefeita, que diariamente visita obras e participa de eventos, nesta segunda-feira, não fez nada disso. Francisco José Júnior, fez menos ainda. Ele não foi encontrado, tampouco, oficialmente citado que deve assumir a Prefeitura. Ele, é importante ressaltar, é aliado da prefeita (até o fechamento desta edição) cassada e ao assumir o cargo poderia levar ainda mais desgaste para a relação dela com o eleitorado.
Em manifestação oficial sobre o assunto, feita por meio de nota, Cláudia Regina pediu tranquilidade aos eleitores, certa de que não teria mais problemas com a questão eleitoral. “Além de respaldada pela decisão do povo, tenho a consciência limpa. Minha vida é feita de desafios que foram vencidos com dedicação e transparência, pilares de minha formação familiar, humana, profissional e política. Minha palavra é de serenidade e de alma sossegada por saber que cada dificuldade jamais me abaterá. Tenho Deus em meu coração e a certeza de que vocês caminham ao meu lado”, afirmou.
O motivo desse embargo são alguns pontos que teriam ficado, na visão da defesa, obscuros na sentença já proferida. “A questão do nexo causal entre os atos da governadora e as ações do Governo do Estado que resultaram em prejuízos à Cláudia Regina e à Wellington Filho. No próprio texto, o juiz não citou uma só atitude irregular da prefeita, então, não tinha porque ela ser punida por uma ação de outra pessoa”, avaliou o advogado Kennedy Diógenes, que defende Wellington Filho e está em contato direto com Emanoel Antas e Humberto Fernandes, advogados de Cláudia Regina, em Mossoró.
Dessa forma, com o embargo para pedir que o juiz esclareça o porquê de Cláudia Regina ter sido punida por uma ação do Governo do Estado, a defesa espera conseguir a suspensão da decisão. “Aguardaremos a nova decisão e nada vai mudar por enquanto. Cláudia Regina continua cumprindo sua agenda administrativa sem nenhum prejuízo. Na nova sentença, o juiz pode extinguir o processo ou reformar algumas avaliações. Se houver a manutenção da condenação, já temos a minuta de um recurso para dar entrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral, em Natal)”, explicou o advogado.
Vale lembrar que na decisão proferida pelo juiz eleitoral Herval Sampaio, a cassação de Cláudia Regina e Wellington Filho tinha efeito imediato e seria necessária a realização de uma nova eleição na cidade. Enquanto isso não ocorresse (a preparação para um novo pleito leva alguns meses), quem deveria gerir a cidade seria o presidente da Câmara Municipal da cidade, Francisco José Júnior, o “Silveirinha”.
Porém, a informação que chega ao Jornal de Hoje vinda de Mossoró é que a prefeita, que diariamente visita obras e participa de eventos, nesta segunda-feira, não fez nada disso. Francisco José Júnior, fez menos ainda. Ele não foi encontrado, tampouco, oficialmente citado que deve assumir a Prefeitura. Ele, é importante ressaltar, é aliado da prefeita (até o fechamento desta edição) cassada e ao assumir o cargo poderia levar ainda mais desgaste para a relação dela com o eleitorado.
Em manifestação oficial sobre o assunto, feita por meio de nota, Cláudia Regina pediu tranquilidade aos eleitores, certa de que não teria mais problemas com a questão eleitoral. “Além de respaldada pela decisão do povo, tenho a consciência limpa. Minha vida é feita de desafios que foram vencidos com dedicação e transparência, pilares de minha formação familiar, humana, profissional e política. Minha palavra é de serenidade e de alma sossegada por saber que cada dificuldade jamais me abaterá. Tenho Deus em meu coração e a certeza de que vocês caminham ao meu lado”, afirmou.
Informações: Jornal de Hoje